Uma noite destas deu-me uma vontade incontrolável de desenterrar os clássicos de Billy Idol. Na verdade, eu sabia que estava calor na cidade nessa noite e o tema surgiu na minha cabeça claro como água. Depois seguiu-se White Wedding, Sweet Sixteen, o incontornável Rebel Yell, Eyes Without a Face e este Dancing With Myself. O tema que arranca sorrisos e troças, a conhecida canção da masturbação (ou sobre o episódio dos espelhos a que Idol assistiu nas ruas de Tóquio...) foi resgatado aos anos 80 pelos Nouvelle Vague.
Já aqui falei deste engraçado projecto francês. Se a década de 80 é o maior de todos os guilty pleasures de uma certa geração de melómanos como eu, os Nouvelle Vague são um prazer culpado, mas docinho.
É claro que continuo a preferir as palmas aos estalos de dedos, e continuo a vibrar mais com as guitarras que com o contrabaixo swingado, mas não deixa de ser divertido ouvir Dancing With Myself cantado com a ingenuidade e doçura da cover dos Nouvelle Vague.
Tal como existem todos os tipos de raparigas no mundo, também existem versões de Dancing With Myself para todos os gostos e estados de espírito. Esta é a dos Nouvelle Vague.
________
"So lets sink another drink
'cause it'll give me time to think
If I had the chance
Id ask the world to dance
And I'll be dancing with myself"
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terça-feira, 11 de agosto de 2009
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Michael Jackson - Beat It (1982)
Todo o dia estive indecisa sobre a minha proposta para hoje. Indecisa entre um otoverme que se alojou nos meus ouvidos de manhã e azucrinou-me (no melhor dos sentidos) até há pouco e a continuação da descoberta da obra de um grande senhor.
Ora, não me decidi nem por um nem por outro. Ficam para próximas ocasiões.
Michael Jackson faz hoje 50 anos. Mas não foi propriamente para assinalar a efeméride que escolhi Beat It para hoje. Na verdade já andava para falar de Jackson há algum tempo.
Beat It é a música do dia porque andei a espreitar o top das 50 melhores guitarradas de sempre organizado pela Blitz e o tema aparece no nº 42 da contagem. No site da revista, a lista é completada com vídeos e neste, de 1982, ao vivo, Michael Jackson, com uma ajudinha do grande Eddie Van Halen faz um brilharete.
O tema do incontornável Thriller é uma sábia mistura de soul e rock, de pesadas guitarras e do ritmo funk que torna o velho Jackson inconfundível, como se diz e bem no número deste mês da Blitz.
Para juntar à lista daqueles prazeres (in)confessáveis que é toda a década de 80. Michael Jackson, Beat It.
___
"They're out to get you, better leave while you can
Don't wanna be a boy, you wanna be a man
You wanna stay alive, better do what you can
So beat it, just beat it"
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Ora, não me decidi nem por um nem por outro. Ficam para próximas ocasiões.
Michael Jackson faz hoje 50 anos. Mas não foi propriamente para assinalar a efeméride que escolhi Beat It para hoje. Na verdade já andava para falar de Jackson há algum tempo.
Beat It é a música do dia porque andei a espreitar o top das 50 melhores guitarradas de sempre organizado pela Blitz e o tema aparece no nº 42 da contagem. No site da revista, a lista é completada com vídeos e neste, de 1982, ao vivo, Michael Jackson, com uma ajudinha do grande Eddie Van Halen faz um brilharete.
O tema do incontornável Thriller é uma sábia mistura de soul e rock, de pesadas guitarras e do ritmo funk que torna o velho Jackson inconfundível, como se diz e bem no número deste mês da Blitz.
Para juntar à lista daqueles prazeres (in)confessáveis que é toda a década de 80. Michael Jackson, Beat It.
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"They're out to get you, better leave while you can
Don't wanna be a boy, you wanna be a man
You wanna stay alive, better do what you can
So beat it, just beat it"
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Não posso deixar passar isto em branco: João Cabeleira, o mestre à guitarra, dá uma rara e extraordinária entrevista neste número especial Rock Puro e Duro da Blitz. Rui Miguel Abreu é sem dúvida um jornalista feliz e feliz é também a forma como Cabeleira se descreve. "Pode-se dizer que sou um guitarrista tranquilo". Mais palavras para quê? Soberbo.
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Michael Jackson
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Talking Heads - Once in a Lifetime (1980)
A minha incursão habitual pelo Planeta Markl levou-me a Once in a Lifetime, talvez a mais paradigmática canção dos Talking Heads.
Não sou fã devota da banda de David Byrne, mas os 80's são os 80's. A década de ouro desses guilty pleasures que são canções como a que proponho hoje.
Once in a Lifetime tem todo o kitsh musical a que os anos oitenta nos habituram: um ritmo frenético, tão desengonçado quanto a figura de Byrne em palco, um refrão do mais orelhudo que há, pontas de um humor sarcástico acentuadas pelo estilo inconfundível de entoar as palavras.
Hoje, uma música tão improvável como dar consigo ao volante de um automóvel topo de gama ou do outro lado do mundo.
Once in a Lifetime, os Talking Heads
___
"And you may ask yourself
What is that beautiful house?
And you may ask yourself
Where does that highway go?
And you may ask yourself
Am I right? ... Am I wrong?
And you may tell yourself
My god!...what have I done?"
Não sou fã devota da banda de David Byrne, mas os 80's são os 80's. A década de ouro desses guilty pleasures que são canções como a que proponho hoje.
Once in a Lifetime tem todo o kitsh musical a que os anos oitenta nos habituram: um ritmo frenético, tão desengonçado quanto a figura de Byrne em palco, um refrão do mais orelhudo que há, pontas de um humor sarcástico acentuadas pelo estilo inconfundível de entoar as palavras.
Hoje, uma música tão improvável como dar consigo ao volante de um automóvel topo de gama ou do outro lado do mundo.
Once in a Lifetime, os Talking Heads
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"And you may ask yourself
What is that beautiful house?
And you may ask yourself
Where does that highway go?
And you may ask yourself
Am I right? ... Am I wrong?
And you may tell yourself
My god!...what have I done?"
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quinta-feira, 24 de julho de 2008
Culture Club - Karma Chameleon (1983)
A Gigwise fez no seu site uma galeria com fotos de músicos antes e depois do consumo de drogas. O resultado é impressionante. Por lá desfilam figuras como Elvis Presley ou Amy Winehouse, passando por Pete Doherty, Courtney Love ou Kurt Cobain. Alguns mais desfigurados que outros, mas todos apresentam sinais físicos bem visíveis dos efeitos de anos de consumo de drogas pesadas.
Aquele que mais me chocou foi Boy George. Quem não se lembra do excêntrico músico, muito branco e de rosto efeminado, quase sempre de chapéu? Com os Culture Club, banda que integrou durante os anos 80, entoou êxitos como Do You Really Want To Hurt Me e este Karma Chameleon.
Lembram-se?
Boy George aparece na minha memória assim, como se mostra nestas fotografias. Entretanto os anos 80 passaram, e nunca mais me lembrei do vocalista dos Culture Club, a menos que encontrasse algum dos seus hits na rádio. Nunca vi nenhuma imagem dele mais recente. Ou se vi, dificilmente o reconheceria.
E você, consegue ver o Boy George dos 80's nesta outra foto, tirada aquando do cumprimento de uma pena de trabalho comunitário por posse de drogas?

Eu não.
Por isso prefiro recordar Karma Chameleon, o hit de Coulour By Numbers, o segundo álbum dos Culture Club, com uma imagem do jovial e quase infantil Boy George do chapéu e lábios vermelhos.
Karma Chameleon, Culture Club.
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"I'm a man without conviction
I'm a man who doesn't know
How to sell a contradication
You come and go
You come and go"
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quinta-feira, 27 de março de 2008
Klaxons - Golden Skans (2007)
O crescente revivalismo punk tem muito que se lhe diga. Há quem goste, há quem critique, há quem acuse as novas bandas de mero plágio. Muito se falou de hype quando uma explosão de grupos, na sua maioria britânicos, trouxeram os anos 80 de volta às nossas vidas. Os anos 80 e os cabelos em pé, as sapatilhas All Stars e as calças justas.
E o punk. Como grande adepta dos 80's que sou, agradam-me as sonoridades dos Kaiser Chiefs, dos Editors e dos Klaxons. Já não vou tanto para o lado dos Arctic Monkeys, mas a sensação que este surto de novas bandas punk deixa em mim é a de descomprometimento. De quem faz música pelo gozo que dá ir para a garagem do pai ou do vizinho, pegar numas guitarras, numas palavras e... fazer música. Não há nada de errado nisso. Muito pelo contrário. Há quem fale num esvaziamento do sentido das letras. Sinceramente, não me parece.
Mas confesso que ouvir os Shout Out Louds em Tonight We Have to Leave It me faz alguma confusão. Tudo no tema é Robert Smith e The Cure. Nada mais. E penso para comigo: essa semelhança escancarada deve por si só tirar todo o mérito à canção?
Não sei.
Proponho para hoje Golden Skans, de Myths Of The Near Future, o álbum de estreia dos britânicos Klaxons.
Para além da sonoridade, que vai do punk ao dance-punk, passando pela pop e rock progressivo, os Klaxons distinguem-se pelas temáticas e ambientes inspirados na ficção científica.
Golden Skans, os Klaxons.
Se os livros amarelados da colecção Argonauta tivessem som, soariam assim.
____
"A hall of records, or numbers, or spaces still undone.
Ruins, or relics, disciples and the young."
E o punk. Como grande adepta dos 80's que sou, agradam-me as sonoridades dos Kaiser Chiefs, dos Editors e dos Klaxons. Já não vou tanto para o lado dos Arctic Monkeys, mas a sensação que este surto de novas bandas punk deixa em mim é a de descomprometimento. De quem faz música pelo gozo que dá ir para a garagem do pai ou do vizinho, pegar numas guitarras, numas palavras e... fazer música. Não há nada de errado nisso. Muito pelo contrário. Há quem fale num esvaziamento do sentido das letras. Sinceramente, não me parece.
Mas confesso que ouvir os Shout Out Louds em Tonight We Have to Leave It me faz alguma confusão. Tudo no tema é Robert Smith e The Cure. Nada mais. E penso para comigo: essa semelhança escancarada deve por si só tirar todo o mérito à canção?
Não sei.
Proponho para hoje Golden Skans, de Myths Of The Near Future, o álbum de estreia dos britânicos Klaxons.
Para além da sonoridade, que vai do punk ao dance-punk, passando pela pop e rock progressivo, os Klaxons distinguem-se pelas temáticas e ambientes inspirados na ficção científica.
Golden Skans, os Klaxons.
Se os livros amarelados da colecção Argonauta tivessem som, soariam assim.
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"A hall of records, or numbers, or spaces still undone.
Ruins, or relics, disciples and the young."
sexta-feira, 14 de março de 2008
GNR - Efectivamente (1986)
Efectivamente tem mais de 20 anos, reparo agora.
É aquela canção simples, perspicaz, de Psicopátria. Também pode ser uma canção irónica.
E que faz Rui Reininho, o excêntrico vocalista do Grupo Novo Rock, na esplanada de um bar? A ouvir as conversas dos outros, a observar, claro está.
Os GNR são dos melhores exemplos de longevidade da colheita rock dos anos 80. Desde Independança (1982), LP de estreia recentemente editado em CD, que a banda tem cimentado uma carreira, umas vezes mais para o lado do rock, outras mais para o lado da pop. Os GNR fazem o que querem e fazem-no bem.
Em 2006 alguns nomes do hip-hop nacional juntaram-se em homenagem aos 25 anos dos GNR no álbum Revistados. Foi uma boa surpresa ver estilos musicais tão distintos a comunicar. Algumas faixas estão bem conseguidas, outras nem tanto, como tudo na vida. A versão de NBC para Bem Vindo ao Passado é um dos bons exemplos.
E se isto foi surpreendente, então o que dizer da notícia ontem avançada pelo gratuito Metro?
Os GNR vão tocar com... a GNR.
Algum dia teria de acontecer: a Guarda Nacional Republicana convidou e o Grupo Novo Rock aceitou. É já dia 18 de Abril que a Orquestra Sinfónica da GNR e a banda de Reininho se encontram no Pavilhão Atlântico.
E porque a coisa não é para menos, os arranjos estão nas mãos de músicos como Mário Laginha e Filipe Melo.
Parece que o fim-de-semana não vai estar grande coisa para deambular pelo campo e pelos jardins. Mas para ouvir as conversas dos outros (sem moralizar) também não é preciso tanto.
Efectivamente, concordam os GNR.
______
"Adoro as pulgas dos cães
E todos os bichos do mato,
O riso das crianças dos outros,
Cágados de pernas para o ar"
______
É aquela canção simples, perspicaz, de Psicopátria. Também pode ser uma canção irónica.
E que faz Rui Reininho, o excêntrico vocalista do Grupo Novo Rock, na esplanada de um bar? A ouvir as conversas dos outros, a observar, claro está.
Os GNR são dos melhores exemplos de longevidade da colheita rock dos anos 80. Desde Independança (1982), LP de estreia recentemente editado em CD, que a banda tem cimentado uma carreira, umas vezes mais para o lado do rock, outras mais para o lado da pop. Os GNR fazem o que querem e fazem-no bem.
Em 2006 alguns nomes do hip-hop nacional juntaram-se em homenagem aos 25 anos dos GNR no álbum Revistados. Foi uma boa surpresa ver estilos musicais tão distintos a comunicar. Algumas faixas estão bem conseguidas, outras nem tanto, como tudo na vida. A versão de NBC para Bem Vindo ao Passado é um dos bons exemplos.
E se isto foi surpreendente, então o que dizer da notícia ontem avançada pelo gratuito Metro?
Os GNR vão tocar com... a GNR.
Algum dia teria de acontecer: a Guarda Nacional Republicana convidou e o Grupo Novo Rock aceitou. É já dia 18 de Abril que a Orquestra Sinfónica da GNR e a banda de Reininho se encontram no Pavilhão Atlântico.
E porque a coisa não é para menos, os arranjos estão nas mãos de músicos como Mário Laginha e Filipe Melo.
Parece que o fim-de-semana não vai estar grande coisa para deambular pelo campo e pelos jardins. Mas para ouvir as conversas dos outros (sem moralizar) também não é preciso tanto.
Efectivamente, concordam os GNR.
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"Adoro as pulgas dos cães
E todos os bichos do mato,
O riso das crianças dos outros,
Cágados de pernas para o ar"
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Billy Idol - White Wedding (1982)
Gosto assumidamente da música dos anos 80. Não há hipótese de ser de outra maneira.
Esta manhã, o meu zapping radiofónico atirou-me para o Serviço de Urgência da rádio Radar. No programa de hoje, Pedro Ramos sugeriu, entre outras, White Wedding, original de Billy Idol, na versão recente dos Queens Of The Stone Age.
Gostei da cover, incluída na edição especial de Era Vulgaris (2007), mas, como acontece quase sempre, não consegue chegar ao patamar do tema original.
White Wedding, a do álbum homónimo de Billy Idol (1982), tem uma vibração muito dificíl de criar em 2007. E é talvez isso que os 80's têm de tão fascinante. Uma sonoridade tão característica que identifica a década nos primeiros segundos e uma perenidade incomparável.
Algumas bandas recentes têm recriado essa sonoridade dos anos 80 e, regra geral têm sido relativamente bem sucedidas. Não foi o caso dos Queens Of The Stone Age, que adaptaram White Wedding ao seu estilo. E não o fizeram mal, apesar de lhes faltar algum brilho.
Este estaminé virtual vai de fim-de-semana. Até ao nosso regresso, White Wedding, Billy Idol, para ouvir.
______________
"I've been away for so long (so long)
I let you go for so long
It's a nice day to start again (come on)
It's a nice day for a white wedding"
_________
Só uma nota
para falar no projecto Reservoir Dogs, super-grupo português que recria hoje a banda sonora dos filmes de Quentin Tarantino.
O espectáculo junta em palco músicos de luxo como Rui Reininho, Tiago Bettencourt, Zé Pedro, Kalú, Flak e Tó Trips, entre outros, e acontece esta noite na MusicBox em Alcântara, à meia noite.
Quem pode, deve ir.
Eu, imperdoavelmente, vou perder este concerto úncio. O que ainda me consola é a possibilidade de esta noite ficar registada nem que seja num CD ou DVD regravável, como diz Fred, que assegura a direcção do projecto.
Esta manhã, o meu zapping radiofónico atirou-me para o Serviço de Urgência da rádio Radar. No programa de hoje, Pedro Ramos sugeriu, entre outras, White Wedding, original de Billy Idol, na versão recente dos Queens Of The Stone Age.
Gostei da cover, incluída na edição especial de Era Vulgaris (2007), mas, como acontece quase sempre, não consegue chegar ao patamar do tema original.
White Wedding, a do álbum homónimo de Billy Idol (1982), tem uma vibração muito dificíl de criar em 2007. E é talvez isso que os 80's têm de tão fascinante. Uma sonoridade tão característica que identifica a década nos primeiros segundos e uma perenidade incomparável.
Algumas bandas recentes têm recriado essa sonoridade dos anos 80 e, regra geral têm sido relativamente bem sucedidas. Não foi o caso dos Queens Of The Stone Age, que adaptaram White Wedding ao seu estilo. E não o fizeram mal, apesar de lhes faltar algum brilho.
Este estaminé virtual vai de fim-de-semana. Até ao nosso regresso, White Wedding, Billy Idol, para ouvir.
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"I've been away for so long (so long)
I let you go for so long
It's a nice day to start again (come on)
It's a nice day for a white wedding"
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Só uma nota
para falar no projecto Reservoir Dogs, super-grupo português que recria hoje a banda sonora dos filmes de Quentin Tarantino.
O espectáculo junta em palco músicos de luxo como Rui Reininho, Tiago Bettencourt, Zé Pedro, Kalú, Flak e Tó Trips, entre outros, e acontece esta noite na MusicBox em Alcântara, à meia noite.
Quem pode, deve ir.
Eu, imperdoavelmente, vou perder este concerto úncio. O que ainda me consola é a possibilidade de esta noite ficar registada nem que seja num CD ou DVD regravável, como diz Fred, que assegura a direcção do projecto.
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Kajagoogoo - Too Shy (1983)
A reunião de bandas parece que está na moda.
Também os Kajagoogoo regressam em 2008, 25 anos depois de Too Shy, hit arrebatador da década de 80.
Não fossem os discos de vinil que comprei em segunda mão quase por acaso um destes dias - confesso.... - a banda britânica estaria já arrumada num cantinho empoeirado da minha memória.
Too Shy não é uma grande canção. Como talvez não o sejam a maioria das pérolas dos 80's. Mas há nelas qualquer coisa....
Pelo sim pelo não, vou estar atenta.
Para hoje, Too Shy, Kajagoogoo.
_____________
"You're too shy shy
Hush hush, eye to eye"
Também os Kajagoogoo regressam em 2008, 25 anos depois de Too Shy, hit arrebatador da década de 80.
Não fossem os discos de vinil que comprei em segunda mão quase por acaso um destes dias - confesso.... - a banda britânica estaria já arrumada num cantinho empoeirado da minha memória.
Too Shy não é uma grande canção. Como talvez não o sejam a maioria das pérolas dos 80's. Mas há nelas qualquer coisa....
Pelo sim pelo não, vou estar atenta.
Para hoje, Too Shy, Kajagoogoo.
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"You're too shy shy
Hush hush, eye to eye"
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